
Quem é Victor Hugo?
Natural de Duque de Caxias/RJ, Victor Hugo é casado com Valéria Martins e tem dois filhos. Técnico em Mecânica Industrial e Bacharel em Teologia, Victor já trabalhou na indústria e como servidor público. Dedicou parte de sua vida ao ministério pastoral e atualmente atua como educador e tradutor. Ele mantém o site estudosadventistas.com.br e seu verso bíblico preferido é Pv 16:24 “Favo de mel são as palavras suaves: doces para a alma e saúde para os ossos.”
Victor Hugo mantém um site de estudos, o Estudos Adventistas, e você pode acessar no link abaixo.

Acompanhe aqui o áudio, resumo e vídeo do devocional
You Kippur
Levítico 2:26-32 “Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: 27 Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação, e afligireis a vossa alma, e oferecereis oferta queimada ao Senhor. 28 E, naquele mesmo dia, nenhuma obra fareis, porque é o Dia da Expiação, para fazer expiação por vós perante o Senhor, vosso Deus. 29 Porque toda alma que, naquele mesmo dia, se não afligir será extirpada do seu povo. 30 Também toda alma que, naquele mesmo dia, fizer alguma obra, aquela alma eu destruirei do meio do seu povo. 31 Nenhuma obra fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações, em todas as vossas habitações. 32 Sábado de descanso vos será; então, afligireis a vossa alma; aos nove do mês, à tarde, duma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado.”
Você conhece alguém com esquizofrenia paranoide, que por vezes perdem o senso da realidade, chegando até a acreditar que são alguém ou algo que não são, inclusive figuras como Jesus Cristo. Isso me fez pensar sobre a importância da identidade — especialmente para nós, Adventistas do Sétimo Dia. Se não soubermos de onde viemos, qual nosso propósito e quem realmente somos, corremos o risco de perder também nossa identidade espiritual.
O povo de Deus precisa ter clareza sobre suas raízes e sobre a própria missão. Olhando para a Palavra, encontramos no tema do Yom Kippur um referencial profundo e central para nossa fé. O Dia da Expiação representa, para nós, não apenas um marco histórico do povo judeu, mas também uma poderosa mensagem de restauração, justiça e santidade, que encontra em Deus o seu juiz justo e misericordioso.
Toda a narrativa bíblica, do princípio ao fim, encontra no conceito de juízo e expiação uma chave de compreensão para o nosso caminhar cristão. O Yom Kippur aponta para o fato de que haverá um juízo, que todos compareceremos diante de Deus, e que, nesse momento, Sua justiça será perfeita e revelada sem nenhuma injustiça. O Senhor é santo, justos são todos os Seus caminhos. Não existe parcialidade nem erro em Seu proceder — e isso deveria trazer consolo, esperança e também responsabilidade para cada um de nós.
Precisamos constantemente revisitarmos esse tema dentro da comunidade. Se de tempos em tempos não reciclarmos a mensagem do juízo e da expiação, corremos o risco de perder o senso de urgência, de compromisso e de esperança. A maior mensagem do Yom Kippur não é apenas a certeza do juízo, mas do juízo justo, onde Deus, na sua santidade, nos dá a oportunidade de restauração e perdão.
Entender e viver essa mensagem deve dar sentido às provações, lutas e desafios que enfrentamos. Mais do que uma doutrina, é um chamado para um relacionamento profundo e autêntico com Deus, reconhecendo Seu papel como nosso Juiz, Salvador e Restaurador. Somente firmados nessa verdade poderemos manter nossa identidade, propósito e esperança enquanto aguardamos Sua vinda.
Veja abaixo alguns artigos sobre o Yom Kippr no site estudos adventistas.




